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São Francisco, EUA, proíbe água em garrafas plásticas

27/01/2015

14 maio 2014 às 10:30

Cena do vídeo de Annie Leonard, que mostra o impacto do descarte de garrafas plásticas

Manter uma boa hidratação é muito importante para a saúde. Não há quem ignore isso hoje em dia. Mas nem sempre temos um bebedouro com filtro limpo e confiável ao nosso alcance. Assim, lançamos mão das práticas garrafinhas plásticas, hoje mais comuns – e até mais caras, em muitos casos – que bebidas industrializadas como refrigerantes.

Qual o impacto desse gesto para o planeta? A educadora Annie Leonard fez um estudo e descobriu que, em 2011, nos EUA, eram vendidas mais de meio bilhão de garrafinhas plásticas de água por semana naquele país. O que seria suficiente para dar a volta ao mundo por cinco vezes. Sua fabricação requer o consumo de petróleo para gerar a resina plástica, além de energia e de outros combustíveis para seu transporte, coleta e descarte.

Isso tudo para um gesto que fazemos em poucos segundos: tomar um gole de água. Annie também apurou que a reciclagem dessas garrafas não as retorna para o mesmo setor. Grande parte vai parar em containeres que atravessam os mares até países que aceitam a carga de garrafas usadas, mediante pagamento, como a Índia, por exemplo. Ali, ficam depositadas em enormes pilhas, trazendo riscos sanitários.

É possível melhorar essa situação e cuidar da boa forma física e hidratação de todos? Sim. Um simples gesto de carregar sua própria garrafa durável e reutilizável faz toda a diferença. A cidade de São Francisco, nos EUA,, resolveu dar um empurrãozinho para que seus moradores e visitantes o façam. Ela proibiu a venda de água em garrafas plásticas menores que 600ml.

Em um futuro próximo, esse item também não poderá ser comprado com recursos dos cofres púbicos da cidade. A exceção fica com eventos esportivos, como maratonas. Grandes eventos sem fins lucrativos, como a Parada do Orgulho Gay, podem se adaptar até 2018.

“Todos nós sabemos da importância de se combater as mudanças climáticas. São Francisco tem liderado a luta por nosso meio ambiente”, disse o presidente do Conselho de Supervisores de São Francisco, David Chiu, idealizador da proibição. “É por isso que peço a vocês que apoiem essa medida para reduzir e desencorajar o uso dessas garrafas em São Francisco”. Chiu também pede que aumentem o número de estações para reabastecimento de água em espaços públicos da cidade.

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