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Mantenha seu bebê saudável evitando plásticos com BPA

27/01/2015

15 maio 2014 às 10:00

Já ouviu falar em Bisfenol A? Pois esta substância está presente em vários recipientes plásticos e no revestimento interno de latas de alimento que utilizamos regularmente. Ela facilita a sua fabricação e durabilidade. Contudo, ao ser absorvida pelo organismo humano, a BPA é confundida com o hormônio feminino estrogênio e pode causar sérios problemas. Sobretudo para crianças de até um ano de idade, que não têm ainda boa capacidade para eliminá-lo de seu corpo.

Estudos científicos em várias partes do mundo alertaram para esse risco. Contudo, não existe ainda um consenso sobre a necessidade de banirmos totalmente essa substância ou se é seguro tolerá-la em baixas quantidades de exposição.

Em 2008, o Canadá proibiu oficialmente sua utilização em mamadeiras e outros utensílios para bebês. Em 2009, seis grandes fabricantes mundiais de mamadeiras baniram o uso de BPA, voluntariamente. Em 2010, um painel de cientistas reunidos através da Organização Mundial da Saúde afirmou que a maior parte das pesquisas não provou efeito nocivo para o contato com baixas quantidades de BPA. Enquanto que alguns poucos estudos mostraram riscos específicos, como alterações em glândulas mamárias e na próstata de ratos cobaias.

Na dúvida, em janeiro de 2012, a Anvisa também aderiu a essa proibição e, assim, mamadeiras com policarbonato – tipo de plástico fabricado com BPA – não puderam mais ser comercializadas no país.

Esse elemento segue presente em outros utensílios plásticos, assim como as resinas epóxi que revestem as latas de alimento. São eles: adesivos, CDs, eletrodomésticos, sacolas de supermercado, brinquedos, colas, entre outros.

O BPA também é utilizado na fabricação de PVC, outro plástico bastante difundido, sobretudo na fabricação de canos. Logo, vale lembrar que os riscos não são só para os pequeninos. Qualquer pessoa vai ingerir mais desse disruptor endócrino, isto é, desregulador de nossas glândulas, ao consumir alimentos aquecidos ou congelados em recipientes plásticos de policarbonato (símbolo 7 na reciclagem) ou cozinhar com água que passe, aquecida, por canos de PVC (símbolo 3).

A exposição é maior se os utensílios plásticos estiverem riscados ou rachados. Assim, sempre que possível, prefira recipientes de louça ou vidro em sua cozinha e esquente sua água no fogão, em vez de pegar água quente que vem da tubulação.

O isopor (símbolo 6) também tem disruptores endócrinos em sua composição.

Confira dados detalhados nos links abaixo:

Anvisa – Bisfenol A

Desreguladores endócrinos – Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Instituto Nacional de Saúde Ambiental, EUA – em inglês

Foodeducateem inglês

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