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Parque Científico da USP une educação e diversão

26/01/2015

17 fevereiro 2014 às 13:00

Macacos bugios, abelhinhas jataís, libélulas esvoaçando acima de um extenso lago rodeado por árvores. Este oásis está à disposição de qualquer paulistano no CienTec – Parque de Ciência e Tecnologias da Universidade de São Paulo, na Água Funda. Como o nome diz, o lugar, além de ser ideal para aulas vivenciais de Biologia e Ecologia, também reúne instalações e experimentos ligados à Física, Matemática, Astronomia e Meteorologia.

Quem o visitar poderá conhecer como os raios elétricos se propagam, ao encará-los de dentro de uma gaiola de Faraday; testar como a luz se reflete e se desvia de acordo com as lentes que atravessa; assistir projeções de mapas celestiais em um planetário ou observar o céu noturno a partir de uma luneta gigante. Ou ainda, entender como a energia eólica e solar são captadas e utilizadas em benefício do ser humano, entre muitas outras descobertas.

São ao todo 141 hectares, com 21 hectares de construções e 140 de matas nativas que acolhem visitantes avulsos e grupos escolares ou universitários mediante agendamento. Guias universitários acompanham o trajeto escolhido, demonstrando e explicando as características do local ou do experimento em questão.

“Damos ênfase a um aprendizado lúdico, para além da educação formal”, explica Cecília Toloza, responsável pelo setor de Educação do CienTec. “Assim, criamos os programas Brincando com a Física e Brincando com a Matemática, por exemplo”, explica a profissional encarregada de organizar os conteúdos propostos, a convite do diretor Fábio Andrade. “Queremos incrementar as atividades para ampliar o público alcançado”, declara Andrade. Sob esta diretriz, atividades para a terceira idade também estão sendo preparadas, entre outras novidades.

Trilhas e planetas

Quem for ao CienTec, deverá escolher o que ver, pois as opções são muitas para um único dia. Pode-se iniciar pelas instalações ligadas à geração e uso de energia renovável, no lado externo do pavilhão “Brincando com a Física”.

Monitor Cléber Figueiredo explicando a geração de energias renováveis

Em seguida, explorar os experimentos dentro do prédio, que brincam com ótica, energia motora, lei de ação e reação, entre outros fenômenos físicos.

Visitantes interagem com os experimentos

Fica fácil entender as leis físicas, na prática, como no caso do comportamento dos feixes de luz, nestes experimentos.

Do lado externo, ainda há muito mais para explorar. As leis do atrito, por exemplo, ficam claras quando um feixe de água permite rolar uma esfera de granito que antes não se movia nem um centímetro.

Outro grande atrativo são as trilhas no meio da mata. Há dois roteiros regulares. A Trilha Educativa, que contorna o lago e a Trilha do Reflorestamento, mais longa que leva até trechos de mata primária – isto é intocada, comparando-os áreas em recuperação.

Durante as trilhas, são observadas características do solo, como a presença de mica, mineral brilhante, no detalhe à direita; ou elementos da flora e fauna, como este exoesqueleto de cigarra, no detalhe à esquerda.

Colmeia de abelhas nativas brasileiras, próximo ao lago do parque.

Macacos bugios aparecem junto às trilhas.

Na Trilha Ecológica, chega-se ao vertedouro de uma nascente de um dos afluentes do Rio Ipiranga. A região tem espécies nativas, típicas da Mata Atlântica e permite boas aulas de campo que poderiam levar horas.

Mas vale reservar um tempo para mais explorações científicas. Junto da entrada principal, encontra-se a alameda do Sistema Solar, com os planetas representados em suas posições no céu. Na sequência, um playground científico demonstra conceitos como o de alavanca, pêndulo, estabilidade e força da gravidade através de giroscópio humano, gangorra solidária, bicicleta aérea e balanço com contrapeso.

Balanço do playground científico.

O prédio da administração vale uma rápida visita. Ali, funciona parte do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas – IAG, que antes detinha todo o parque. Há vitrais antigos e lustres homenageando os astros.

A administração funciona em prédio histórico do IAG.

Para quem agendar antes, é possível curtir mapas celestiais em projeções em um planetário, com capacidade para 45 pessoas:

No Cientec, também existe o Museu de Meteorologia, onde ocorrem palestras e explicação sobre o clima e os dados coletados pela estação meteorológica que funciona no local desde 1932:

Para finalizar, uma visita à exposição sobre princípios matemáticos, no primeiro andar do prédio da Educação:

Para agendar visitas ligue para (11) 5077-6312 de segunda à sexta.
O Parque fica Av. Miguel Stéfano, 4.200
Água Funda (em frente ao Zoológico)

Horário de Funcionamento
2ª a 6ª das 8h30 às 17h00
Sábado das 9h00 às 16h00

parquecientec@usp.br
http://sitecientec.wix.com/parquecientec

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