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Jovens empreendedores transformam realidades

26/01/2015

27 fevereiro 2014 às 9:00

Ilwad Elman ajuda mulheres na Somália a iniciar negócios, desde seus 19 anos

Uma criança de oito anos é muito jovem para começar no mundo dos negócios? Pois não foi o que pensou Leanna Archer. Com esta idade, a pequena moradora de Nova Iorque começou a produzir produtos para o cabelo, baseado em uma receita caseira de sua bisavó haitiana. Hoje, com 18 anos, é dona da Leanna’s Inc. e chega a vender até US$ 500 mil (cerca de RS 1,2 milhão) por ano.

“Eu conhecia tanta gente que queria usar os mesmos produtos que eu estava usando no meu cabelo e isto me deu a ideia de fazer propaganda do produto”, disse Leanna. Ela passou a distribuir amostras grátis para conhecidos e logo vieram as primeiras encomendas. Desde então, ela não parou.

Outro a começar cedo foi Anshul Samar , da Califórnia. Aos 12 anos, ele quis transformar o aprendizado da química em algo mais divertido. Por estar de cama, pois sofria com uma doença pulmonar rara, aproveitou o tempo livre para bolar um jogo de cartas, chamado “Elementeo”, sobre os elementos da tabela periódica.

Um grupo de fora viu sua criação e lhe deu U$ 500 para produzi-la. “Esta realmente foi a minha inspiração. Alguém de fora disse ‘Ei, mesmo se você for só um garoto, nós acreditamos em sua paixão e acreditamos na sua ideia'”, conta Anshul.

Por ser muito novo, sentiu que não tinha a perder. “Mesmo se algo não der certo, você ainda tem seu skate na garagem e a escola para ir no dia seguinte, as coisas simplesmente continuam”. Ele fez 5 mil jogos, que esgotaram rapidamente. Desde então, ele produziu uma versão atualizada e já desenvolveu a versão em aplicativo para o jogo.

Outro caso inspirador é de Ilwad Elman, nascida na Somália. A menina passou a infância no Canadá e ao completar 19 anos resolveu se dedicar às pessoas em seu país de origem, que enfrentam a guerra provocada pelo grupo terrorista al-Shabab.

Junto com a mãe, estabeleceu a Sister Somalia, uma organização que fornece aconselhamento, serviços médicos, educação e ajuda para iniciar negócios, principalmente para mulheres que sofreram algum tipo de violência sexual.

Elas auxiliaram até o momento 1,6 mil mulheres a estabelecer seus negócios, incluindo lojas, empresas de encomendas e companhias de importação de alimentos. Ilwan afirma que também ajudou muitos ex-combatentes a começarem uma nova vida.

“Foi muito difícil para algumas pessoas ver uma jovem em uma posição de liderança… Algumas pessoas até abandonaram reuniões só porque não conseguiam lidar com a ideia de uma jovem tentando passar esta mensagem”, disse.

“Há vida além das balas… as pessoas são muito empreendedoras, são muito motivadas e há oportunidade para mudança”, disse em entrevista ao Geledés Instituto da Mulher Negra – http://www.geledes.org.br/.

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