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Drible os problemas das cidades grandes

26/01/2015

5 fevereiro 2014 às 14:30

Quer se virar sem muito stress em uma grande cidade? Pois confira algumas dicas práticas que podem suavizar seu dia, evitar gastos e preservar sua saúde.

Em primeiro lugar, cuide-se no trânsito. Não se deixe contagiar com o clima de competição e irritação que muitas vezes tomam conta de motoristas e passageiros. O stress constante do tráfego intenso faz com que a gente se sinta apressado e ansioso até mesmo em um dia de descanso ou antes de entrar no carro.

O psiquiatra Leonard Verea recomenda buscar técnicas de relaxamento, ouvir música e tomar medidas diretas, como checar rotas, sair mais cedo e sempre escolher a calma, mantendo-se ágil e alerta, mas sem tensão.

Para quem tem smartphone, uma boa alternativa é baixar aplicativos como o o Waze, que avisa sobre acidentes, congestionamentos e os caminhos mais livres. Tudo isto de forma interativa; isto é, cada motorista conectado pode alimentar a rede de informações e, assim, se alcança atualização constante.

Outro ponto a observar no trânsito é a postura do corpo, se dirigindo ou de carona. O deslocamento causa impactos constantes nas vértebras da coluna, tanto pequenos como maiores, no caso de solavancos inesperados.
“A postura correta ao sentar no automóvel é extremamente importante para uma coluna saudável e para evitar crises de dor”, afirmou o ortopedista Luciano Pellegrino, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia à Carolina Serpejante, que realizou uma série de entrevistas sobre como se manter saudável em metrópoles.

Pellegrino recomenda usar pequenas almofadas na região lombar e manter bancos, direção, espelhos e cintos de segurança bem regulados para o tamanho de cada pessoa.

Poluição

Um dos fatores que mais afetam a saúde, a disposição e o bom humor nas megalópoles é a poluição do ar. Silenciosa, ela está por toda a parte. Cada seis horas inalando ar poluído equivale a fumar de três a cinco cigarros. Mesmo ciclistas e esportistas, sofrem lesões no pulmão. Aliás, mais que sedentários, neste caso, pois o exercício exige mais absorção do ar.

Então, atenção redobrada. Mexa-se, saia, trabalhe, divirta-se, mas evite ficar exposto aos escapamentos por muito tempo. Se for andar de bicicleta ao lado de avenidas movimentadas, use uma máscara filtrante. Pode não ficar muito bonito, mas vale a pena.

Os principais gases decorrentes da queima dos combustíveis são o monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2), dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2) e ozônio. Cada qual tem seu efeito prejudicial ao organismo. Ar puro é a solução. Vale pensar nisto na hora de escolher sua forma de locomoção e o combustível colocado no tanque. Álcool rende um pouco menos, mas também polui menos.

Outras formas de poluição que nos atingem nas grandes cidades são a sonora e a visual. Elas são culpadas por gerar agitação, coração disparado, pressão alta e muitos outros sintomas que desgastam o corpo. “Às vezes a pessoa sente dificuldade para relaxar até quando chega em casa, de tão elétrica que ficou durante o dia – isso pode levar a quadros de hiperatividade, agressividade, mau humor, depressão e até bipolaridade”, afirma o psiquiatra Leonard.

A receita é não exagerar em nada. Ter hábitos como uma alimentação equilibrada, comer bem, praticar atividades físicas e ter as horas de descanso necessárias trazem mais força para resistir a estes efeitos.

Ilha de calor

Outros males das cidades grandes são a poluição das águas, por falta de tratamento de esgotos e muita sujeira nas ruas; além do chamado efeito de ilha de calor. Isto é, o calor retido pelo asfalto, somado ao efeito estufa dos gases poluentes faz com que o ambiente urbano se torne cada vez mais quente.

As soluções? Mais verde, árvores, canteiros e jardins. Solo permeável, para absorver as águas de chuva. Lixo orgânico reaproveitado para produção de adubo e os recicláveis entregues nos lugares corretos. Nada solto ou jogado pelas ruas para entupir bueiros. De qualquer forma, se ocorrer algum alagamento, evite contato com as águas, para não se expor a doenças.

As cidades estão em constante evolução. Cada um pode fazer uma diferença em transformá-las para melhor! Vamos lá!

Com informações de Carolina Serpejante.

Confira mais dicas aqui.

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