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Couve: o bife vegetal do futuro

26/01/2015

6 maio 2014 às 9:00

Somos, aproximadamente, 7 bilhões de pessoas no planeta. Isso quase todo mundo sabe. Mas o que não é tão conhecido é que convivemos com cerca de 55 bilhões de animais grandes, criados para o abate. Já pensou? Cultivamos mais toneladas de grãos para alimentá-los do que para nosso próprio consumo.

O gado produz muito gás metano, uma substância 23 vezes mais prejudicial à atmosfera do que o gás carbônico. Sua criação também é a principal causa do desmatamento, transformando extensões enormes de floresta em pastos, além de exigir o uso intensivo de remédios, como antibióticos para evitar doenças. Será que precisamos mesmo disso tudo?

No passado, alegava-se ser impossível ficar sem a carne vermelha por questões de saúde. Hoje, já se sabe que há proteínas em todos os alimentos, só que em diferentes proporções. É possível estar forte e sadio sem consumir, inclusive, produto algum de origem animal. Gerações de mães e filhos veganos estão provando essa realidade.

Os estudos de nutrição mais avançados apontam as verduras e frutas como os alimentos do futuro. Entre eles, se destaca, no cenário internacional, a couve, por sete razões principais:

1 – A couve é um anti-inflamatório natural e pode auxiliar na prevenção de doenças e ameaças ao organismo.

2 – Fonte de ferro – por caloria, a couve reúne mais ferro que um bife.

3 – Fonte de cálcio – por caloria, a couve tem maior teor de cálcio que o leite de vaca e sua absorção é mais fácil também.

4 – Fonte de fibras – ao contrário da carne, que não possui quase fibra alguma, 90 gramas de couve possuem 5% da quantidade de fibras recomendadas para um adulto, por dia.

5 – Fonte de ômega 3 e ômega 6 – esses ácidos graxos, essenciais para a boa saúde, também estão presentes na couve, na proporção de 121 mg e 92.4 mg, respectivamente, para cada 90 g.

6 – Rica em antioxidantes e fortalecedores do sistema imunológico, como as vitaminas A e C.

7- Sustentável: a couve está pronta para a colheita entre 55 e 60 dias, e cresce com facilidade na maior parte do planeta. Em invernos glaciares, pode ser cultivada em estufa ou dentro das casas aquecidas.

No Brasil, ainda temos a facilidade de contar com outras verduras com propriedades similares, como a taioba e o caruru, que crescem espontaneamente, sem cultivo, em muitas regiões do país.

Elas costumavam ser consumidas pelas famílias em área rurais e nas pequenas cidades. A pediatra e nutróloga Clara Takaki Brandão, da Unicamp, fez um rico estudo comparando as propriedades das verduras, folhas e farelos brasileiros com os alimentos mais difundidos atualmente.

Fonte: Projeto Alimentação Sustentável – Dra. Clara Brandão – pediatra e nutróloga.

http://www.organicauthority.com/

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