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Mulheres Karajá passam a integrar a Rede de Sementes do Xingu

25/01/2015

23 maio 2012 às 8:30

A etnia também é conhecida por suas cerâmicas – Foto: Vladimir Kozak

Murici, baru, mirindiba, pequi, sucupira, cagaita, oiti. Todas estas sementes de árvores nativas brasileiras vão agora significar renda para as índias Karajá, da Ilha do Bananal, no Xingu. “Aqui na minha casa tenho quatro pés de mirindiba, tenho murici. Esse projeto vai ser bom para a gente, vai trazer mais renda para a nossa comunidade e eu vou ajudar minha esposa a juntar essas sementes”, afirmou o cacique da aldeia JK, Paulo Krumaré.

A venda das sementes acontecerá através da Rede de Sementes do Xingu e as coletoras karajá calculam poder entregar dois mil quilos na safra 2012/2013. A Rede é coordenada pelo ISA – Instituto Socioambiental e exige de seus participantes atitudes responsáveis com o meio ambiente. Além de orientar na quantidade de coleta que pode ser realizada, ela pede reflorestamento de áreas degradadas e boas práticas ambientais, como um uso racional do fogo, dentro das aldeias.

Com informações do ISA – Instituto Socioambiental

http://www.socioambiental.org/

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