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Museus interativos preservam saberes tradicionais

23/01/2015

3 outubro 2011 às 10:30

Museu a céu aberto em Riga, Letônia, leva visitantes de volta às aldeias medievais

Quem sabe trançar uma boa cesta de palha? Ou transformar linho em tecido? Fazer panelas de barro? Ou construir um forno caseiro e assar seu próprio pão? Estas habilidades, antes essenciais no dia-a-dia dos seres humanos, podem se tornar exclusividade de poucos, com a velocidade das mudanças desta era industrializada e com tarefas bem mais complexas.

Para evitar que isto aconteça, museus interativos foram criados para preservar as antigas formas de viver, mais tranquilas e próximas da natureza. Como o Museu Dudutki – http://www.dudutki.com/ , na Belarus. Ali, hábeis artesãos demonstram saberes tradicionais e encantam ao permitir que o público participe de sua arte.

Design com palha, cerâmica, macramê estão entre os saberes preservados.

Artefatos de palha, instrumentos musicais, roupas típicas bordadas vão surgindo aos olhos dos visitantes, trazendo recordações do tempo de infância para muitos e surpreendendo os mais jovens. As crianças vibram ao ajudar finalizar um apito em barro, ou até mesmo, a malhar uma ferradura, antes de um passeio de charrete. Construções apenas com encaixes em madeira, sem prego, e um moinho de vento completam o toque bucólico do local, enriquecido pelos ‘causos’ que os guias narram sobre os costumes dos velhos tempos.

Transformação do linho em tecido no museu Dudutki, na Belarus

Visitantes podem ajudar a fazer apitos em barro, que são queimados em fornos para serem levados para casa

Em Riga, na Latvia ou Letônia, outro museu a céu aberto reproduz em detalhes as antigas aldeias medievais. Colaboram com seu sucesso, vários voluntários que simulam ali viver, com as roupas e tarefas cotidianas da época.  No loca, também acontecem festas com comemorações e danças antigas.

A arte de fazer pão é demonstrada em Dudutki, onde a frase em cima do forno adverte: “Pague bem ao seu padeiro, para não precisar gastar com o médico”.

A experiência de percorrer estes ambientes é uma forma lúdica e divertida de aprender a história de um país e, ao mesmo, relembrar a capacidade criativa que existe em cada um de nós. O charme é tanto, que muitos casais estão escolhendo as capelas destes locais para se casar.

Uma boa ideia para preservarmos culturas caboclas, ribeirinhas e caiçaras no Brasil não acham?

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