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Lei cria universidade luso-afro-brasileira

20/01/2015

4 agosto 2010 às 14:30

O município de Redenção, no Ceará, abrigará a Universidade Federal da Integração Luso-Afro- Brasileira (Unilab), criada por lei agora em julho. As obras do campus têm início previsto para 2011. Até a conclusão, as atividades serão desenvolvidas em instalações provisórias cedidas pela prefeitura da cidade.

Redenção foi escolhida para abrigar a Unilab por ter sido a primeira cidade a abolir a escravidão cinco anos antes da Lei Áurea.

Neste ano, o Congresso Nacional aprovou também a criação da Universidade da Integração Latino-Americana (Unila), cujas aulas devem começar neste segundo semestre.

O Ministro da Educação, Fernando Haddad, reiterou que Unila e Unilab têm em comum a busca pela integração internacional. “Durante a concepção do projeto pedagógico da Unilab – que agora é lei – houve a preocupação de que uma parte da formação do aluno seja feita na África, e continuamos trabalhando para que o diploma seja válido lá também, de forma que o estudante volte a seu país e possa contribuir para o desenvolvimento local”, afirmou o ministro.

A projeção é de que a universidade atenda 5 mil estudantes de graduação, dos quais 50% serão brasileiros e 50% de países africanos. A seleção será feita a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e, para os estudantes brasileiros, metade das vagas será destinada aos egressos do ensino médio público.

Inicialmente a universidade abrangerá cinco áreas do conhecimento: energia e tecnologias; gestão pública; saúde pública; educação pública e agricultura.

Os cursos de enfermagem, agronomia, administração pública, licenciatura em ciências da natureza e matemática e engenharia de energia já serão ofertados em 2011, cada um com 70 vagas. Para atender esse público, serão selecionados, a partir deste ano, professores e técnicos administrativos. Até 2013, o quadro da instituição contará com 300 docentes e 208 técnicos administrativos.

O projeto da Unilab prevê que a instituição seja uma universidade residencial, que permita aos estudantes morarem no campus. Para viabilizar a estrutura necessária, a universidade firmará convênios de cooperação com instituições de ensino superior dos países parceiros.

Com informações do MEC.

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